No ano em que comemoramos os 70 anos de existência do SIRCESP, não poderia deixar de trazer à baila os nomes daqueles que estiveram à frente do SIRCESP desde sua fundação, que ocorreu no dia 26 de julho de 1938. A história do SIRCESP se confunde com a dos homens que lutaram pela representatividade e união da categoria, que sonharam com um país melhor, que nunca tiraram os pés do caminho das conquistas em prol de um sindicalismo mais humano, mais justo e solidário. Foi dirigido pelos seguintes presidentes, durante os respectivos exercícios, na seguinte ordem cronológica:

Presidentes do Sircesp - de 1938 à 2012 Na sua longa história desde sua fundação em 26 de julho de 1938, o Sindicato foi dirigido por oito presidentes, na seguinte cronologia:
liberatti
Siram Cordovil Teixeira
2010-2012
Siram
Arlindo Liberatti
2001 à 2009
Willian
William Lei
1971 à 2001
Lauro
Lauro Saores
1958 à 1971
Eduardo
Eduardo Mastrobiso
1956 à 1958
Oscar
Oscar Nunes de Siqueira
1954 à 1956
Alberto
Alberto José de Carvalho
1949 à 1954
Mario
Mario Alexandre Refinetti
1938 à 1949

Cada um desses presidentes, durante o mandato, passou pelas dificuldades e glórias dos tempos.

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Cabe aqui destacar, também, a parceria na função "Educação e Formação Profissional", entre o SIRCESP/FMU, com o apoio do CORCESP, que tornou possível a conclusão da 1ª Turma de "Gestão de Representação Comercial", cuja entrega de diplomas aos formandos ocorreu no dia 28 de setembro de 2007, já estando na 4ª Turma, permanecendo, pois, em vigência a avença celebrada. O SIRCESP se mantém com o produto das contribuições associativas e da maior invenção social brasileira, que é o imposto sindical, que agora se chama contribuição sindical. Ela está na base de um sin-dicalismo frondoso que floresceu aqui, porque cada sindicato que se organizava encontrava um modo de ter uma ajuda, uma verba tirada de todos os operários, correspondente a um dia de salário, dividido em doze prestações. Nem o próprio operário sentia, porque era descontado pelo patrão na folha de salário e entregue ao Governo uma parte ficava com o Ministério da Educação. Essa invenção não tem similar, mas alguns querem acabar com ela, querem a contribuição voluntária. Mesmo que não obtenham o resultado que pretendem, é bom salientar que dificilmente as categorias conseguiriam se organizar e se manter, ruindo pelo sectarismo que é um tipo de pendor antitrabalhador. A unicidade sindical dá possibilidade de a classe operária ter atuação política, de estar presente no quadro nacional, mas alguns par- tidos têm proposição de extinguir a unicidade sindical, o que acabaria com o sindicalismo, com o movi- mento operário. Adotar isso no País é como jogar fora o nosso passado. Isso não recomenda e nem pode acontecer. Em nome do CORCESP formulo votos de congratulações e de reconhecimentos ao SIRCESP pelas tantas e tantas conquistas, clamando pela manutenção da categoria uni- da, como forma de lutarmos por um movimento sindical justo, representativo e democrático. Arlindo Liberatti, Presidente do CORCESP.

É oportuno registrar que a gestão atual, mesmo imprimindo novos rumos, reconhece o trabalho de todos que lutaram com esforços pessoais ou que contribuíram associativa e contribuitivamente, pois, sem isso, a instituição não teria alcançado os resultados concretos voltados às atividades institucionais, como: assistência médica, hospitalar, odontologia, jurídica, auxílio-funeral, centros de recreação e lazer, educação e formação profissional, que, conjugadas as demais atividades administrativas, fizeram e fazem do SIRCESP a Casa do Representante Comercial e o abrigo de todos aqueles que buscam seus direitos.
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