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9 de junho de 2017

Brasil precisa de estados menores e fiscalmente responsáveis, diz Ana Carla Abrão


Ajustes fiscais devem ser entendidos como meios e não como fins, explica a economista e atual presidente do Conselho de Gestão Fiscal da cidade de São Paulo, Ana Carla Abrão. Em entrevista ao UM BRASIL, Ana Carla explica que esse tipo de ajuste costuma criar restrições de curto prazo que geram resistência tanto dentro do governo, nos servidores, quanto na máquina pública de maneira geral, o que reverbera na sociedade.

“A maior dificuldade é comunicar que aquilo tem como objetivo a retomada do investimento, que o estado não pode seguir como está”, afirma, referindo-se ao ajuste fiscal feito em Goiás durante sua atuação como secretária da Fazenda do governo local entre 2014 e 2016. “Goiás era um Rio de Janeiro, tinha uma situação de desequilíbrio fiscal. Realizamos um ajuste focado em corte de despesas, e não de gastos, e chegamos ao final de 2016 com as contas já organizadas”, conclui. Assista à entrevista aqui.

 

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