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13 de agosto de 2018Mesmo com faturamento expressivo em maio, setor de serviços deve se planejar
As empresas de serviços na capital paulista devem elaborar um planejamento estratégico para evitar o endividamento e manter a liquidez do negócio no segundo semestre de 2018. A medida se faz necessária em razão do atual clima de incertezas política e econômica no País e é válida principalmente para as pequenas e médias empresas, que podem buscar otimizar custos e oferta de serviços que atendam aos clientes de forma diferenciada e personalizada.
Mesmo diante do ambiente desafiador – que deve permanecer pelo menos até o resultado das eleições, em outubro –, o setor registrou crescimento significativo nas receitas nos últimos meses. No acumulado do ano, as vendas do setor avançaram 14,1%, e nos últimos 12 meses, o aumento foi de 10,9%.
Em maio, o faturamento real do segmento atingiu R$ 27,8 bilhões, a maior cifra já registrada para o mês desde o início da série histórica, em 2010, da Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS). A apuração é feita mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base em dados da Secretaria Municipal da Fazenda.
Das 13 atividades pesquisadas, nove obtiveram aumento em seu faturamento real em maio em relação ao mesmo mês do ano anterior, com destaque para mercadologia e comunicação (127,3%); agenciamento, corretagem e intermediação (40,1%); e educação (27,7%). Confira a matéria completa aqui.
