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25 de julho de 2018

Baixo consumo faz crescer parcela de empresários com estoques altos em julho


O cenário de vendas mais fracas que o esperado deve perdurar até que as eleições de outubro de 2018 dissipem as incertezas políticas e econômicas e tragam mais segurança aos empresários, investidores e consumidores brasileiros. Pelo menos até lá, é prudente ter como estratégia para os próximos três meses cautela na definição das metas de vendas e, portanto, na aquisição de mercadorias.

Essa instabilidade fica evidente no Índice de Estoques (IE), medido mensalmente pela Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O indicador – que tem se mostrado mais resistente e demorado a reagir à recuperação já em curso na economia desde 2017 –, caiu em julho pelo terceiro mês consecutivo, ao alcançar 105 pontos, retração de 1,9% com relação a junho.

O IE mostra que a proporção de empresários do varejo na cidade de São Paulo que declarou ter excesso de mercadorias nas prateleiras subiu na comparação mensal para 33,3%, o maior patamar desde abril de 2017. O número de empreendedores que considera ter estoques baixos avançou um pouco e hoje está em 14%.

A FecomercioSP afirma que esses números continuam a ensejar muitos cuidados na formação de estoques, dado que, em média, a diferença entre estoques altos e baixos está crescendo, e isso indica que não há o escoamento desejado das mercadorias. Confira a matéria completa aqui.

 

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